terça-feira, 29 de setembro de 2009

Não sabemos...mas somos insignificantes.

Estamos vivendo uma era de destruição da natureza sem precedentes na história da humanidade, resultante da nossa teimosia em agir como deuses e ignorar as leis naturais.

Estamos vivendo numa época em que a natureza oferece lições diárias segundo as quais, enquanto estivermos na Terra, é impossível viver na contramão das leis e dos processos fundamentais da vida. A natureza sempre tem a última palavra. Mas, até agora, a nossa rebeldia só serviu para criar uma confusão inqualificável.
E. O. Wilson, um dos grandes biólogos do mundo, expressa de maneira simples a relação que nós, humanos, temos com a Terra:
"Se toda a humanidade desaparecesse, todos os outros seres vivos (exceto os animais de estimação e as plantas domésticas) se beneficiariam enormemente." Florestas se recuperariam, espécies em extinção aos poucos reviveriam e, de modo geral, toda a vida daria um suspiro de alívio por termos desaparecido.
Entretanto, se qualquer outra espécie importante desaparecesse, as formigas, por exemplo, os resultados seriam "grandes extinções de outras espécies e, provavelmente, colapso parcial de alguns ecossistemas".
Toda a Terra sofreria se perdesse qualquer outra espécie, menos a humana.


Texto do livro "Conversando a Gente se Entende" de Margaret J. Wheatley

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Guaratuba: como São Tomé...ver pra crer...

Eu particularmente vou aguardar mais um tempo para esperar que resultados apareçam, afinal pouco tempo se passou desde a posse e muito se tem por fazer. Não fiquei lá muito satisfeito com o vice da Prefeita Ivany, afinal uma árvore de jiló jamais produzirá lichias, significando que a união de Justus com Ananias não foi o que motivou a vitória e sim a esperança que há tantos anos pulsa no coração do povo  guaratubano. Não adianta ficar limpando ruas, asfaltando, pagando contas de gestões anteriores, principalmente porque se os facínoras não forem levados ao crivo do Ministério Público em nada adiantará apenas ficar falando e justificando o não fazer por essa razão. Enquanto esperamos por essas situações o Hospital foi pra outra cidade, afinal o Reiquião (é isso: Rei) não ganha eleições em nossa cidade e por conseguinte, não ganhamos muito dele, com toda razão.(política de faz com troca).  Mas não podemos chorar leite derramado, temos o Nelson Justus. Qual a cidade que não gostaria de ter um padrinho como esse? Político sério, experiente, apaixonado por Guaratuba e nele depositamos nossas esperanças, pois se faz urgente a construção de um hospital moderno, já que são inúmeras as familias que deixam de vir residir em Guaratuba por não existir uma estrutura médico-hospitalar em condições de atendê-los. Nous avons parlé...

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Guaratuba...ferry boat..até quando?

Lá se vão os anos e nada e ninguém fala do impecilho que é o ferry boat na travessia da baia que liga Guaratuba a Guaratuba. Isso mesmo! As duas margens da baia são municipio de Guaratuba e o que é pior, os cidadãos que residem no lado de lá, Cubatão, Cabaraquara, Prainha, etc..pagam travessia, assim como pagam todos os Guaratubanos. Pagar para se locomover dentro da própria cidade, sem alternativa, só no Brasil mesmo! E a lei que isentava o cidadão de Guaratuba de pagar o ferry? Como é Sr. Nelson Justus, Ivany Justus, e outros caciques da política paranaense, só no papel? Precisamos iniciar desde já uma campanha para a construção de uma ponte ligando a baia. Quem acha que atravessar a baia de ferry boat é turismo, que continue fazendo e pagando entretanto, os cidadãos de Guaratuba, que trabalham, tem o direito de ter uma alternativa para a travessia que não seja tão onerada.  Nada contra os turistas, mas não usamos o ferry somente na temporada de verão, usamos o ano todo, mesmo com as precárias condiçõpes em que é oferecido, haja vista o recente acidente. A culpa não é do motorista e sim da falta de investimento em iluminação, estrutura de embarque e desembarque, pessoal capacitado, etc...Com a palavra o F. Andreis.

WWF - Brasil

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